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terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Multiplicai-vos!" (Gn 1, 28)
A palavra de amor dada por Deus aos nosso primeiros pais no paraíso, foi convertida pela modernidade em uma palavra de temor.  Foi implantada no pensamento da população, que devemos controlar a natalidade, ter poucos filhos, que uma família numerosa está fadada a pobreza, ao insucesso profissional dos pais e futuramente dos filhos. Sendo assim é triste ver jovens casais que após receberem o sacramento do matrimônio respondem sem ressalva que filhos: “nem tão cedo". Os filhos sempre foram sinal de benção para uma casa (Cf CIC 2373), e o anúncio de uma gestação sempre trouxe consigo uma grande alegria.

Entretanto a procriação e o casamento estão intrinsecamente ligados à relação sexual, da qual não pode ser excluída. A relação sexual compreende a dimensão unitiva  e procriativa, lembremo-nos que no paraíso Eva foi criada para Adão e ele pertencia apenas a Eva.
É natural que o ato sexual possibilite a geração de uma nova vida e todo e qualquer pessoa que se propõe a fazê-lo deve saber disso. Ao gerar uma nova vida a mulher apresentará períodos de debilidade física, que a fará contar com a ajuda de um companheiro para sua a segurança física e da criança. Depois do nascimento ambos precisam dar suporte aquela vida que acaba de nascer, pois sozinha ela não conseguiria sobreviver nem um dia no mundo, ou seja, não só a relação sexual está ligada a geração de uma nova vida, bem como esta é uma dimensão própria do matrimônio.

A cerca de 40 anos chegava às mãos femininas a pílula anticoncepcional com a propaganda de proporcionar à mulher a liberdade de ter relações sexuais sem engravidar. A mulher seria senhora do seu prazer podendo ter relações com quem quisesse sem medo dos olhares, pois sem “barriga” estaria sempre virgem para os outros.

A pílula ajudou, e continua; a reduzir a relação sexual à mera busca do prazer e depois na instrumentalização do homem e da mulher como objetos sexuais. Com ela homem e mulher excluíram do ato sexual a naturalidade da procriação em busca da satisfação descompromissada do sexo.

O uso de pílulas anticoncepcionais por casais católicos constitui pecado grave (Cf CIC 2399), o que impede a pessoa de se aproximar da comunhão.
O amor conjugal compreende uma relação sempre aberta à vida, o que por outro lado não quer dizer que o casal não pode procurar-se mesmo não desejando ter filhos, mas isto deve ser feito de forma natural; pois o corpo da mulher já apresenta por si períodos de infertilidades. Deve-se também ter motivos sérios para evitar uma gravidez, Nas palavras de Dom Rafael Llano Cifuentes: “ Já que o matrimônio se ordena, por sua própria natureza, aos filhos, esta decisão ( de praticar a continência periódica -  limitar ou espaçar os nascimentos)  só se justifica em circunstâncias graves, de ordem médica, psicológica, econômica ou social”.

A pílula anticoncepcional em sua forma original continha dosagens altas de hormônios que enganavam a hipófese, (glândula situada dentro do crânio) e impediam que ela produzisse o hormônio FSH, que faz amadurecer um óvulo, pois o corpo tem a falsa mensagem de que a mulher está grávida.
Não podemos chamar de remédio um comprimido que faz o ovário (que está funcionando bem) deixar de funcionar.
A pílula expõe também a mulher a graves conseqüências para a sua saúde, tais como: Trombose, AVC, câncer de mama, tumores no fígado, obesidade, depressão, entre outras.
Com a finalidade de reduzir estes efeitos os fabricantes diminuíram a dose de estrógeno e progesterona presentes na pílula, ou seja, cada vez menos a pílula é capaz de impedir a ovulação e nestes casos o que ocorre é o ABORTO. A criança concebida nestes casos não encontrará no útero o revestimento necessário para acolhê-la; são os chamados abortos ocultos.

De acordo com a bula do anticoncepcional Nordette: “Os contraceptivos orais combinados agem por supressão das gonadotrofinas. Embora o mecanismo primário dessa ação seja a inibição da ovulação, outras alterações incluem mudanças no muco cervical (que aumenta a dificuldade de entrada do esperma no útero) e no endométrio (que reduz a probabilidade de implantação).” Em outras palavras o remédio reconhece que pode haver falhas na inibição da ovulação, mas caso isso não aconteça agirá impedindo a implantação deste óvulo no útero. Lembremo-nos que a vida começa na fecundação do espermatozóide no óvulo, ali já se encontram os 46 cromossomos necessários para que a vida aconteça nada mais será acrescentado, haverá apenas o desenvolvimento do embrião. O que compreendemos então é que as mulheres que utilizam pílulas anticoncepcionais já fizeram ou correm o risco de fazerem abortos e nem saberão. Somente nos céus cada mulher verá quantos filhos matou por utilizar este veneno vendido nas farmácias.

Equipe PasCom

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sábado, 28 de setembro de 2013

Nosso blog postou um texto falando da vida de oração na família do Papa Emérito Bento XVI. Ainda nesse clima de pensar na grande importância da oração em família, será apresentada uma exortação que o Beato Papa João Paulo II fez às famílias na Carta Apóstólica Rosarium Virginis Mariae (RVM), pedindo para que seus membros tivessem o costume de rezar juntos.
Nesta Carta Apóstólica, o saudoso Beato João Paulo II tratou sobre o Rosário e sobre a grande riqueza dessa oração para a vida da Igreja. Dizia o Santo Padre que “é preciso não deixar perder essa preciosa herança. Importa voltar a rezar em família e pelas famílias, servindo-se ainda desta forma de oração” (RVM, 41). Assim sendo, explica o Romano Pontífice:
“A família que reza unida, permanece unida. O Santo Rosário, por antiga tradição, presta-se de modo particular a ser uma oração em que a família se encontra. Os seus diversos membros, precisamente ao fixarem o olhar em Jesus, recuperam também a capacidade de se olharem sempre de novo olhos nos olhos para comunicarem, solidarizarem-se, perdoarem-se mutuamente, recomeçarem com um pacto de amor renovado pelo Espírito de Deus.
Muitos problemas das famílias contemporâneas, sobretudo nas sociedades economicamente evoluídas, derivam do fato de ser cada vez mais difícil comunicar. Não conseguem estar juntos, e os raros momentos para isso acabam infelizmente absorvidos pelas imagens da televisão. Retomar a recitação do Rosário em família significa inserir na vida diária imagens bem diferentes – as do mistério que salva: a imagem do Redentor, a imagem de sua Mãe Santíssima. A família, que reza unida o Rosário, reproduz em certa medida o clima da casa de Nazaré: põe-se Jesus no centro, partilham-se com ele alegrias e sofrimentos, colocam-se nas suas mãos necessidades e projetos, e dele se recebe a esperança e a força para o caminho” (RVM, 41).

Além disso, no número 5 da referida Carta Apostólica, o Beato João Paulo II alerta que “há necessidade dum Cristianismo que se destaque principalmente pela arte da oração”, sendo “extremamente urgente que as nossas comunidades cristãs se tornem autênticas escolas de oração” (RVM, 5). Ao pensarmos em comunidades, precisamos ter em mente que não se trata apenas das capelas, das igrejas, das paróquias, mas também da família (D. Miguel M. Giambelli, Como rezar bem o Rosário, Editora Canção Nova). Portanto, as famílias devem ser escolas de oração, pois família que reza unida, permanece unida.


Equipe PasCom
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Tradicionalmente, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB organiza a Semana da Família, no mês de agosto. Neste ano, o tema da Semana da Família é a "Transmissão e educação da fé cristã na família". Este é um tema oportuno para o Ano da Fé, proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI. Afinal de contas, a família, Igreja Doméstica, tem papel fundamental na transmissão da fé para os filhos, sendo os pais os primeiros catequistas. O próprio Papa Francisco disse certa vez que ele aprendeu a rezar com a avó. Vemos, assim, o papel fundamental da família para a educação religiosa dos filhos. A fim de ajudar os pais nessa tarefa, a Semana da Família pretende abordar temas que envolvem questões relacionadas à educação cristã das crianças. Durante toda a segunda semana de agosto, nas paróquias serão preparados encontros para discutir os pontos propostos pela CNBB e para a vivência de um momento de espiritualidade, com orações e louvores. No final da semana, será celebrada uma Missa. 

Veja a seguir a programação:

12/08/2013, SEGUNDA-FEIRA, 20H: O tema do encontro será "Pai e Mãe: primeiros e autênticos transmissores da fé". Nosso pároco, Padre Carlos, que neste dia comemorará seu aniversário de ordenação sacerdotal, dará a Benção com o Santíssimo. 

13/08/2013, TERÇA-FEIRA, 20H: O tema do encontro será "Educar pela presença - Pais: modelo de virtudes e valores humanos". 

14/08/2013, QUARTA-FEIRA, 20H: O tema será "Iniciação Cristã: educação para a felicidade". 

15/08/2013, QUINTA-FEIRA, 20H: O tema será "Educar com fortaleza e 'docilidade na alma'". 

16/08/2013, SEXTA-FEIRA, 20H: encerramento da Semana da Família 2013 e Santa Missa. 


A Semana da Família está sendo organizada pela Pastoral Familiar. As dinâmicas e os conteúdos dos temas estão presentes no livreto "Hora da Família", que está à venda na paróquia ao preço de R$ 3,00.


Equipe PasCom
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