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domingo, 17 de agosto de 2014

É com grande alegria que receberemos o nosso Arcebispo Orani Cardeal Tempesta para celebrar a Santa Missa, onde serão confirmados alguns jovens na sua Fé, pelo sacramento da Crisma.



O que é a Crisma?


A Crisma, ou Confirmação, é o Sacramento pelo qual o batizado é fortalecido com o dom do Espírito Santo, para que, por palavras e obras, seja testemunha de Cristo e propague e defenda a fé. A Crisma é para nós o que Pentecostes foi para os Apóstolos (cf. At 2,1-12).

Nós recebemos o Espírito Santo no Batismo, mas a plenitude dos seus dons recebemos na Crisma. Aí é que estes dons se manifestam com toda a força. ..- É como a flor que desabrocha e exala seu perfume. A matéria da confirmação é a unção do Crisma na testa, junto com a imposição das mãos.


A Santa Missa será celebrada no próximo domingo, 24 de agosto, às 19h.

Todos estão convidados.

Pastoral da Comunicação - Cristo Ressuscitado
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quarta-feira, 18 de julho de 2012


Foto: Arquivo Paroquial

Há quarenta anos, no dia 17 de junho, nossa paróquia era fundada. Festejar tal data é muito significativo, pois reflete a importância dos discípulos de Cristo de se reunirem em comunidade, onde guardam a memória de Nosso Senhor, celebram sua presença de Ressuscitado. A Doutrina de nossa Igreja nos ensina que a paróquia “é o lugar onde todos os fiéis podem ser congregados pela celebração dominical da Eucaristia. A paróquia inicia o povo cristão na expressão ordinária da vida litúrgica, reúne-o nesta celebração, ensina a doutrina salvífica de Cristo, pratica a caridade do Senhor nas obras boas e fraternas” (CIC, nº 2179). Neste sentido, o Magistério da Igreja por meio de São João Crisóstomo, esclarece que “não podes rezar em casa como na Igreja, onde se encontra o povo reunido, onde o grito é lançado a Deus de um só coração. Há ali algo mais, a união dos espíritos, a harmonia das almas, o vínculo da caridade, as orações dos presbíteros”.

Dessa forma, há quarenta anos, a Paróquia Cristo Ressuscitado tem sido esse local de adoração a Deus, de convívio fraterno. Um ponto de onde se irradia a mensagem da Boa Nova de Jesus Cristo, alcançando almas e corações em torno da celebração da vitória de Cristo sobre a morte. Mas como começou essa história? Bem, no começo da década de 70, foram iniciados os preparativos para a organização de uma paróquia em meio ao Conjunto Residencial Cardeal Dom Jaime Câmara, através do trabalho das freiras da Congregação das Missionárias de Jesus Crucificado. A criação da nova paróquia se deu às 18 horas do dia 17 de junho de 1972, no salão da Escola Clementino Fraga, por sua eminência reverendíssima Dom Eugênio de Araújo Cardeal Sales. Deste dia em diante o padre José dos Santos ficou responsável pelas celebrações aos domingos durante cinco anos. Logo após este período, no ano de 1977 é designado para o zelo pastoral de nossa comunidade o padre jesuíta Luiz Fernando Klein auxiliado pelo também religioso que mais tarde viria a ser ordenado padre Marcelo Perini. Em 1978 são transferidos os religiosos jesuítas e chega o padre Bruno de Souza Gaião, que assim como os últimos padres celebram apenas aos domingos em nossa primitiva comunidade. Inicialmente, as celebrações da Santa Missa ocorriam no barracão da COHAB que nos fora emprestado, situado na Rua do Coral, próximo ao apartamento em que residiam as irmãs de Jesus Crucificado. No mesmo ano de 78, a paróquia adquire o terreno onde está hoje, mas que na época abrigava uma pequena casa. Em 1979 sai o padre Bruno, que atualmente já faleceu, e é substituído por padre Manoel Tenório de Oliveira. Em fevereiro de 1980, uma terrível chuva destrói o barracão e as atividades paroquiais são transferidas para a casa paroquial situada na Estrada Porto Nacional. Neste mesmo ano, é nomeado o primeiro pároco permanente, o atual Cônego José Mazine Rodrigues, que com o apoio das irmãs, em especial irmã Lúcia, desenvolveu grandes trabalhos de evangelização em nossa comunidade como a criação de diversos Círculos Bíblicos, a remoção das Missões Populares, a fundação do Apostolado da Oração, a aquisição dos inversos terrenos aonde viriam a serem as Capelas de São João Batista, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Paz e inclusive a atual Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, que muitos não sabem, mas foi uma de nossas capelas, e o início da construção de nossa paróquia. Vale ressaltar que durante sua época como pároco o cônego também desempenhou a missão de Vigário Episcopal do Vicariato Oeste, do ano de 1985 em diante, e teve como vigários os padres Serafim (1985) e José Luiz Cardoso (1986). Quem deu continuidade ao múnus pastoral foi padre Jorge que tomou posse em abril de 1989, dando continuidade às obras da igreja, construindo as salas de catequese, os banheiros e aumentando a lateral à direita da Igreja. Durante seu período como Pároco foi celebrado os 20 anos da paróquia com a presença do Cardeal Dom Eugênio. Em dezembro de 1992 o padre Jorge dirige-se para a sua terra natal, Polônia, onde sua mãe encontra- se gravemente enferma, desde então não pode regressar. Em março de 1993, toma posse como novo pároco outro padre polonês, o padre Ricardo (Boguslaw Batkiewicz). Dando continuidade a construção da paróquia, padre Ricardo muito contribuiu para o patrimônio de nossa igreja com o apoio de comunidades européias as quais, com o auxílio de sua professora de línguas, endereçava cartas pedindo o auxílio para a edificação do templo de nossa comunidade. Nesse período foi construído o presbitério de nossa paróquia, assim como o revestimento das paredes com mármore, houve também a aquisição de imagens, como a do Gloriosíssimo Cristo Ressuscitado (que se encontra em nosso presbitério) e a da Virgem de Fátima (vinda de Portugal), além de objetos e vestes litúrgicas entre eles alguns dados por Sua Santidade o Papa João Paulo II, da qual o padre Ricardo alcançou privilégios por serem conhecidos e conterrâneos da Cracóvia (cidade polonesa onde habitaram a mesma paróquia). Muito marcante para nossa comunidade foi também o ano de 1997, na qual comemoramos o jubileu de 25 anos de nossa paróquia. Neste espírito foram
Foto: Arquivo Paroquial
feitos diversos eventos como exposição, momentos de oração como o “Vigiai” organizado pelo Grupo de Oração e a transmissão ao vivo da reza do Terço pela Rádio Catedral, tendo como ponto culminante o dia 22 de junho na qual foi celebrada a Santa Missa em ação de graças pelo Jubileu de Prata por sua excelência reverendíssima Dom Karl Josef Romer, bispo auxiliar do Rio de Janeiro com a presença de diversos clérigos entre eles antigos padres de nossa história. No outro mês recebemos o Cardeal Arcebispo Metropolita Dom Eugênio para a celebração do Santo Sacrifício em ação de graças pelo mesmo jubileu. Em 1999, finalizam-se as obras da nova cantina, secretaria, banheiros e varanda da Paróquia e no ano seguinte constroem-se o nicho dos santos, localizado nas extremidades do terreno de nossa igreja. Também no ano de 2000 somos presenteados com um ostensório dado pelo papa João Paulo II ao padre Ricardo em audiência no Vaticano, e também acontece à vinda do neo-sacerdote padre Carlos Alberto Munhoz Cavalcante, que desempenhou o ofício de vigário paroquial. De seu tempo como pároco lembramo-nos do seu incentivo a adoração ao Santíssimo feita nos primeiros domingos de cada mês, o incentivo a devoção a Misericórdia Divina e sua alegria e disponibilidade em servir. No ano de 2004 despedimo-nos de padre Ricardo e recebemos novamente padre Carlos, nosso atual pároco, que havia sido transferido anteriormente para outra paróquia. Nestes anos de pastoreio padre Carlos vem destacando-se pela sua dedicação com a Liturgia, o devido zelo pelas normas litúrgicas e fiel obediência ao papa. No âmbito de obras foram feitas a cobertura do pátio da Igreja, e também a construção do atual instalação do bazar, podemos esperar mais mudanças até o término da revitalização das dependências de nossa paróquia. Em suma, em nossa história está presente o esforço e a dedicação de cada um para a formação de uma comunidade, por onde se cumpre a missão da Igreja de evangelizar, de anunciar o nome do Senhor Jesus e também de ser um local onde os homens possam reconciliar-se com Deus Pai. Formamos uma família, somos membros do mesmo Corpo. Por isso, a história de nossa paróquia é história nossa também.

Equipe PasCom

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sábado, 14 de julho de 2012

Foto:  PasCom - PCR
1-Como eram as suas principais atividades aqui dentro da Paróquia?
R: Eu comecei aqui bem cedo, no ano em que o papa João Paulo II veio ao Brasil, eu estava começando as minhas atividades aqui como coroinha, lá em 1980 por ai, eu tinha 10 anos, eu sou mais velho que a Paróquia (risos), depois fiz 1ª comunhão aqui, participei da Pastoral da Juventude, movimentos de festival de música, fui do clube vocacional com o padre Mazine, depois me crismei aqui e ai a partir de então passei a integrar o ministério de música, de onde eu sou até hoje em outras comunidades, eu trabalho pelo Brasil inteiro com a música, mas que reinicia aqui na Paróquia Cristo Ressuscitado.

2-Como foi fazer o papel de Jesus em umas das Vias Sacras da Paróquia, já que é uma tradição de nossa?
R: Na verdade foram vários né, eu morri e ressuscitei várias vezes e os colegas daqui se aproveitavam na hora de açoitar Jesus, para se vingar de mim, mas foi uma grande alegria, marcou muito na minha vida, a gente lembra com muito carinho. E tem até uma historinha engraçada desta época, numa dessas a gente andando pelos apartamentos de Padre Miguel, eu caracterizado como Jesus carregando a cruz, passando em frente a um bar, o bêbado saiu do bar e foi lá tomar a benção de Jesus, que no caso era representado por mim, e eu parei, abençoei ele, ele se ajoelhou na minha frente, parou toda a procissão por causa disso, e eu dei a benção novamente, depois ele tomou a minha cruz e foi carregando um longo pedaço e acredito que no dia seguinte ele deve ter falado: “Nossa bebi tanto que até vi Jesus”.

3-A música “Seu nome é Jesus”, foi gravado por Ricardo Sá, da Canção Nova, como você se sente vendo que está sendo interpretado por outras pessoas?
R:Ali com certeza é uma benção para nós, vê que a nossa música, mesmo que a gente não atenda no lugar, outras pessoas estão levando-a, não só o Ricardo Sá, como outros artistas que gravaram também não tão conhecidos e também aqueles que cantam em suas comunidades por todo Brasil e até já soube de comunidades que canta ela em inglês, lá em Boston nos Estados Unidos, então é muita alegria a gente saber que a nossa música está rompendo fronteiras pelo mundo, levando a palavras de Deus, que nos usou para isso, então que ele use sempre mais, cada vez mais.


Equipe PasCom
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Foto: PasCom - PCR
1- Vocês se conhecem a algum tempo, como surgiu a idéia de formar a banda?
R: Na verdade nós nos conhecemos aqui nas missas de domingo, fomos crescendo com a chegada de novos membros durante o passar do tempo, desde 2002, para cá que a equipe fechou, com a base da banda, e nos fomos ajudar o evento do Anawim, o Rebanhão, e por ser a banda do Anawin, a banda da pastoral Anawim, se tornou a banda Anawin, na verdade começamos como o nome de P.A. que era projeto Anawim, depois mudou o nome para banda Anawim, por conta do próprio grupo de oração, daí chegamos a esse resultado banda Anawim, e nos somos amigos que nos reunimospara louvar a Deus, através da música.

2- Como é o trabalho de evangelização de vocês através da música?
R: A gente se preocupa muito em estar levando o que cada um de nós experimentou que é o amor de Deus na alegria de ter ser acolhido pelo Pai, através das músicas, então agente tem isso como missão. Essa alegria que agente sente da presença do Senhor nas nossas vidas, a gente está transmitindo através das músicas dos nossos irmãos para que do mesmo jeito que nos fomos tocados eles possam também se sentir.

3- Vocês como paroquianos e membros do ministério de música aqui da paróquia como se sentem com o aniversário de 40 anos da paróquia?
R: A gente está feliz porque é importante e, é bacana a gente poder fazer parte dessa história mesmo que de doze anos para cá, a maioria está na paróquia, mas a gente tem muitas amizades com o pessoal que começou a história da paróquia, a gente sabe que é um povo trabalhador, um povo simples, e isso é bacana, a comunidade é formada por famílias que trabalham que deixam às vezes a sua casa para estar servindo a Igreja, e a gente aprende muito com isso, a gente se sente muito feliz por estar fazendo parte da comunidade, de já ter visto a chegada de padre, a saída de outros e a comunidade continua trabalhando, é muito bacana fazer parte dessa história, A Cristo é a Cristo.

Foto: PasCom - PCR
4- Como vocês vêem os frutos musicais da comunidade, a gente teve a banda Exodus, com o Jurandir Melo, temos o Sandro Andrade, agora em Carrera solos fizeram um trabalho muito legal de evangelização e hoje nos temos vocês. Como vocês vêem esses frutos que a comunidade dá na parte musical?
R: É bacana por que é assim, na verdade a intenção quando se começa um projeto não é de fazer fama, sucesso, não é nada disso, nossa missão aqui é evangelizar através da música, só que nos externamos a nossa alegria, com a nossa missão dentro da Igreja, e assim com certeza começou com o Jurandir, que começou com as crianças no coral, que formaram o coral rosa mística, que a gente acabou entrando no meio do processo, foi só uma conseqüência do trabalho dele, de perseverar, de levar a palavra, e como o povo de Deus está sedenta da palavra, cantada animada, eles foram para o "mundão" ai, e a gente assumiu aqui na paróquia.

5- Quais são os principais projetos de vocês?
R: Nossos projetos agora são manter a nossa missão dentro da paróquia, dentro da Missa que é nosso fundamento dentro da igreja é a Missa, missão para gente fora que não tenha Missa, não é missão, a gente tem a eucaristia como centro da nossa missão, então é continuar viver na comunidade, ajudando como a gente pode, levando a nossa música, a nossa alegria, e se for da vontade de Deus que a gente possa levar para outros lugares também, assim como aconteceu com o Sandro e com o Jurandir , a gente está ai, a serviço de Deus, Ele sabe o que quer para cada um de nós.

6- Quem quiser conhecer a comunidade como é que faz?
R:Quem quiser conhecer a comunidade às quartas-feiras têm o encontro do Anawim, que começa ás 19h30minh, tem também partilha durante a segunda-feira, em determinados períodos de retiro, e eventos que a comunidade esta tocando o projeto, e domingo à noite, na Missa das 19h que nós tocamos aqui, praticamente todos os domingos, só quando nos estamos em uma missão externa, que nos não estamos aqui.
- Facebook: Banda Anawim, lá você encontra todos os membros da banda, fotos, tem um pouco da história da nossa comunidade, tem também o twitter da banda, tem o Youtube os vídeos que eles fizeram, gravação do DVD, e as missões que nós fizemos na catedral e em outros lugares.

7- Quer deixar alguma mensagem?
R: A mensagem pra todos que a alegria que nos sentimos ao servir a Deus, é que a gente quer levar aos corações, alegria de ser cristão, a alegria de ser servo de Deus, e viver em comunidade, é o que a gente ama fazer, e é o que a gente se dispõe a fazer.


Equipe PasCom
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Mensagem do Revmo. Pe. João Jefferson, por ocasião do Jubileu de Aniversário de nossa Paróquia.


Mensagem do Diác. Francisco Fabiano, por ocasião do Jubileu de Aniversário de nossa Paróquia.




Equipe PasCom

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quinta-feira, 31 de maio de 2012


Para comemorar os 40 anos de nossa Paróquia, teremos Missa com Dom Orani, no dia 23 de junho, às 18h e após a Santa Missa seguirá a festa paroquial com muitas atrações, entre elas teremos a banda Frutos de Medjugorje, Aline Venturi e muito mais. Não deixe de participar!

Equipe PasCom
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domingo, 13 de maio de 2012


Venha comemorar os 40 anos de nossa Paróquia! 

Aguardem as novidades da Missa e Festa.

Equipe PasCom

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012


Endereço: Estrada Porto Nacional, s/n, lt. 13 casa 08 - Rio de Janeiro - Padre Miguel


Não percam!


Equipe PasCom



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domingo, 15 de janeiro de 2012


Entrevista para os 40 Anos da Paróquia Cristo Ressuscitado com Dona Conceição

1-Como a Senhora veio Morar aqui no Bairro?
R: Eu morava em Muriaé, como meu esposo trabalhava no café, ele foi transferido para o Centro da Cidade aqui no Rio e local mais próximo que encontramos para morar, foi Bangu.

2- A Senhora veio morar aqui e logo conheceu a Paróquia, na verdade o barracão localizado na Porto Nacional, porque não se tinha ainda um projeto de Paróquia. Certo?
R: Existia um barracão muito humilde e simples, mas o povo acorria, porque todo mundo gosta do que é simples, parece que Deus se revela ali, entre os mais simples Deus está. Então eu ajudava no Altar, na época eu lia muito bem. O Padre responsável pelo barracão era *Padre José Mazine. *Atualmente Cônego José Mazine.

3-Como começou a fundação da Nossa Paróquia, aqui mesmo onde hoje ela se localiza?
R: Na época existia um barracão, onde hoje é a Paróquia, e quando chovia ficava tudo alagado. As igrejas que tinham por aqui eram protestantes e estas arrebanhavam o povo de uma forma escandalosa e o povo fraco na fé, acabava indo. Daí conheci a Imã Lúcia, que falou para o Padre da época que eu escrevia muito bem e era muito competente e este me pediu que redigisse uma carta. Então escrevi uma carta bem simples, explicando a necessidade que se tinha de construir uma Igreja que enchesse de gente por dentro e por fora, daí veio o primeiro recurso para construir a Paróquia. E depois de cinco meses foi escrita uma segunda carta, sendo que quem escreveu foi meu genro aqui em casa, pedindo mais recurso para terminarmos a abra. E eu sei que a Paróquia esta aí até hoje!

4- Quais Pastorais a Senhora já participou?
R: Passei por muitas Pastorais, comecei no Sagrado Coração de Jesus, na qual fui presidente por nove anos, fui secretária do seu Tarcísio no Vicentino, Ministra da Eucaristia e todo movimento da Igreja eu participava e ajudava de alguma forma.

5- Como funciona o “Círculo Bíblico” que a senhora realiza em sua casa?
R: Nesses encontros eu sou catequista para pessoas acima de 40 anos. Aqui há um debate da dificuldade do pobre, do que esta acontecendo no mundo, vê quem esta precisando de ajuda, etc. Quem fundou este grupo foi o próprio Padre Mazine, há 40 anos e de lá pra cá este grupo existe até hoje.

6- Como a Senhora se sente com a proximidade dos 40 anos da Paróquia Cristo Ressuscitado?
R: Olha eu me sinto muito bem, porque o que eu tenho para levar aqui da terra é isso aí. Olha eu ajudei muito não, ajudei pouquinho. Eu sempre gostei muito de todos os Padres que passaram por aqui, gosto muito desse Padre que esta aqui hoje e se vim um próximo, vou gostar dele também. Essa Igreja aqui me agrada muito.

Equipe PasCom
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011



Ajude-nos em nossa caminhada rumo aos 40 anos de nossa Paróquia.
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sábado, 3 de dezembro de 2011

"A família dentro da Igreja é o núcleo de tudo"


Pastoral da Família 

1. Há quanto tempo existe a Pastoral da Família aqui na paróquia? 
R: Podemos dizer que há oito anos. Desse tempo para cá é que intensificamos mesmo o trabalho dentro do que a Pastoral Familiar pede. 

2. Como funciona o trabalho da Pastoral? 
R: A Pastoral Familiar possui um diretório, e ela trabalha em três setores: Pré-Matrimônio, Pós-Matrimônio e Casos Especiais.
O primeiro começa na catequese, onde já temos que preparar a criança para ela ter um casamento que nunca vai se desfazer, só com a morte! lá começa o Pré-Matrimônio. 
O Pós-Matrimônio é acompanhar o casal após o casamento. Não podemos largar eles pra lá, pois é aí que começa a confusão e as brigas. A Pastoral tem que acompanhar para que o casamento não se desmanche, como vem se acontecendo por aí. 
Os Casos Especiais são um setor que cuida de casais de segunda união e também pessoas sem família, viúvas, pessoas solitárias, que acham que não podem participar de nada dentro da igreja, principalmente casais de segunda união, que por não ter o conhecimento acham que nunca poderão ser aceitos em nenhuma pastoral, e não é verdade. A igreja quer mostrar que ela acolhe todo mundo, assim como Cristo nos acolhe. 

3. Na visão de vocês, qual é a importância da família dentro da Igreja? 
R: A Família dentro da Igreja é o núcleo de tudo. Na catequese deveria ter alguém da Pastoral da Família, para chegar e conversar com os pais, convidá-los a fazer uma catequese, casar na Igreja, se for o caso. Muitos pais botam a criança na porta da Igreja e vão embora. E se tivesse alguém da Pastoral da Família junto poderia explicar como a Igreja funciona. 

4. Qual o projeto de vocês para 2012? 
R: Estamos pensando em fazer em junho, O Encontro de Namoro Cristão, não é encontro de namorado, o pessoal confunde, é o encontro para o jovem aprender o namoro a três, com Jesus no meio, então é para quem namora, quem não namora, pra quem pensa em namorar. 

5. Qual o recado que vocês passariam para os Leitores? 
R: Que as pessoas venham participar da Pastoral da Família, porque família é toda aquela pessoa que mora na mesma casa. E nós precisamos muito de ajuda, pois o trabalho é muito grande. Então precisamos de vocês que estão lendo esta entrevista neste momento.
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Conheceremos agora o testemunho de Ana Rosa Moreira dos Santos. Portuguesa de Concelho de Paredes, , a senhora, de 81 anos, antes de embarcar para a Brasil, em 1952, teve um encontro com a Beata Alexandrina Maria da Costa. Mas quem foi Beata Alexandrina? Nascida, na Póvoa de Varzim, em 30 de março de 1904, Beata Alexandrina, quando adolescente, sofreu um acidente que a deixou paralítica. Seu amor a Jesus Cristo e a Nossa Senhora fez com que ela se tornasse um testemunho vivo da Providência Divina na vida das pessoas e da forma pela qual Deus usa a pessoa humana para transmitir sua mensagem aos homens. No dia 30 de julho de 1935, teve uma visão na qual Jesus lhe disse: “Eu te coloquei no mundo para que vivas somente de Mim, para testemunhar ao mundo o valor da Eucaristia (...). A cadeia mais forte que acorrenta as almas a Satanás é a carne, é a impureza. Nunca se viu antes uma expansão de vícios, de maldades e crimes como hoje! Nunca se pecou tanto (...). A Eucaristia, o Meu Corpo e o Meu Sangue! A Eucaristia: eis a Salvação do mundo”. Devido à sua paralisia, Beata Alexandrina passava seus dias na cama, de onde recebia os peregrinos que iam até a sua casa, em busca de orientação espiritual. Foi nesta situação que se deu o encontro da Dona Ana Rosa com a Beata Alexandria. Vejamos o que nos diz Dona Ana Rosa sobre este fato marcante de sua vida: 

Eu queria ir lá, na Povoa de Varzim, onde ela morava, antes de embarcar pro Brasil. Fomos eu e minha irmã, que também vinha pro Brasil. Minha avó pagou nossa passagem até a Povoa de Varzim. Chegamos onde ela morava. Ela estava falando com uns homens, quando cheguei perto dela. Os caras se despediram, mas botaram um dinheiro debaixo do travesseiro. E eles, indo pra fora, a moto deles não andava. Então eles subiram e pediram uma ajuda: ‘É Santa Alexandrina a moto não anda, mas deixamos ela boa. Estamos estranhando. Será que alguém podia ajudar a gente?’ E ela disse: ‘isso que vocês colocaram debaixo da fronha, vocês tiram, porque vocês não tinham o direito de fazer isso. Vocês vêem essas flores? É só isso que aceito. Estou falando pra vocês tirar isso. Eles tiraram o dinheiro, beijaram a mão dela e chegando lá em baixo, a moto começou a andar. 

Quando eu fui falar com ela, ela agarrou minha mão, simples. Eu, estava recém-casada, falei: ‘Santa Alexandrina vou embarcar tal dia pro Brasil, vou deixar meu país, minha família’. Me admirei com o que ela me disse! Ela falou: ‘Nossa Senhora nunca vai te abandonar. Você vai passar por muita coisa. Vai ter quatro filhos. Seu marido vai morrer cedo, mas os seus filhos já serão maiores’ Ela também disse que eu ia ter uma doença muito séria, mas que não ia morrer, só de velhinha. Mais tarde, fui desenganada pelos médicos. Eles disseram que eu não tinha condições de criar os filhos, que ia ter que fazer mais uma operação, e mais essa, mais essa, mais essa... Mas com fé, rezando, pedi a Deus, dizendo que não queria mais entrar num hospital para se operada. Então, nunca mais fui operada. Já tô com 81 anos e hoje eu me admiro de Santa Alexandrina ter dito tudo isso”.

Participe dessa seção enviando o seu testemunho para o jornal.
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