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domingo, 8 de maio de 2016


A Editora Cléofas deseja homenagear a todas as mães nesta data tão especial
Quando o nosso mundo se agita neste mar de violências e de injustiças, não podemos deixar de lembrar de tua pessoa, Mãe, porque ainda és, a maior reserva de amor que Deus colocou neste mundo.
Quando tudo parece estar perdido, ainda resta o coração; é de lá que a vida começa a renascer. E tu, ó mãe, tens entre os homens o primado do coração.
Nem os arranha-céus mais altos, nem os computadores mais possantes, nem os aviões mais velozes, podem ser comparados à beleza transcendente do teu olhar e o sentimento incomparável do teu coração.
Mãe, foste criada não só para dar a vida aos homens, muito mais do que isto, para semear o amor entre eles. Sois tão digna, que até o próprio Deus quis nascer de ti, em forma humana.
O mundo precisa aprender contigo mãe, antes que seja tarde, a lição do perdão sem limites, da compaixão que faz sofrer solidária, da bondade que supera toda inveja, da paciência que vence toda inquietação, do amor que vence todo ódio, e que é mais forte do que a morte.
Somos gratos a Deus que te criou e te deu de presente a cada um de nós. A tua beleza é grande porque em ti é grande a intensidade do espírito que penetra a matéria. Sobretudo mãe, queremos reconhecer e agradecer pela gratuidade das tuas boas obras. Sois como a raiz da árvore, sempre escondida, mas sempre promovendo o crescimento dos ramos e dos frutos.
Disse alguém que “o prazer da abelha é sugar o mel da flor, mas o prazer da flor é entregar o mel à abelha”. Sei que assim és mãe!  Olhando para ti aprendemos a dar graças a Deus todos os dias. E, se por acaso, alguém não reconhecer o teu valor, ou não retribuir com gratidão o teu amor que nunca acaba, saiba que o Criador te vê. Lembra-te daquilo que disse alguém: todo dia o sol também dá um belo espetáculo ao nascer o dia, e, no entanto, a maioria da plateia dorme, e não pode reconhecer a sua beleza. Mas nem por isso, o sol deixa de ser belo, formoso e fundamental. Da mesma forma, mãe és o sol do lar.
Que o bom Deus, que nos deu a graça de criá-la, renove tuas forças e tua graça, hoje mais do nunca, para que do teu coração surja uma nova esperança para todos. Mãe, mais do antes, precisamos muito de ti!
Certa vez Michelângelo viu um bloco de pedra e disse a seus alunos: “aí dentro há um anjo, vou colocá-lo para fora!” Depois de algum tempo, com o seu gênio de escultor, fez o belo trabalho. Então os alunos lhe perguntaram como tinha conseguido aquela proeza. Ele respondeu: “o anjo já estava aí, apenas tirei os excessos que estavam sobrando”.
Esta é a sua bela missão Mãe, educar; e educar é isto, com paciência e perícia ir tirando os maus hábitos e descobrindo as virtudes do filho, até que o “anjo” apareça. Michel Quoist dizia “que não é para si que os homens educam os seus filhos, mas para os outros e para Deus.”
Educar é colaborar com Deus, e é na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais. Educar é promover o crescimento e o amadurecimento da pessoa humana em todas as suas dimensões: material, intelectual, moral e religiosa. A tarefa de educar, como dizia Dom Bosco, “é obra do coração”, é obra do amor, por isso tem muito a ver com a mãe. Sem o carinho e a atenção da mãe a criança certamente crescerá carente de afeto e desorientada para a vida.
O povo diz que atrás de um grande homem, há sempre uma grande mulher, mas é preciso não esquecer que “esta mulher” mais do que a esposa, é a mãe.
É no colo da mãe que a criança precisa aprender o que é a fé, aprender a rezar e a amar a Deus e as pessoas. É no colo da mãe que o homem de amanhã deve aprender o que é a retidão, o caráter, a honestidade, a bondade, a pureza de coração. É no colo da mãe que a criança aprende a respeitar as pessoas, a ser gentil com os mais velhos, a ser humilde e simples e não desprezar ninguém.
É no colo da mãe que o filho aprende a caridade, a vida pura da castidade, o domínio de todas as paixões desordenadas e a rejeitar todos os vícios. É a mãe, com seu jeito doce e suave, que vai retirando da sua plantinha que cresce a erva daninha da preguiça, da desobediência, da mal-criação, dos gestos e palavras inconvenientes. É ela que vai lhe ensinando a perdoar, a superar os momentos de raiva sem revidar, a não ter inveja dos outros que têm mais bens e dinheiro.   É a mãe que nas primeiras tarefas do lar lhe ensina o caminho redentor do trabalho e da responsabilidade.
Até o filho de Deus quis ter uma Mãe para cumprir a sua missão de salvar a humanidade; e Ele fez o seu primeiro milagre nas bodas de Caná exatamente porque ela lhe pediu. Por isso, cada mãe é um sinal de Maria, que ensina seu filho a viver de acordo com a vontade de Deus.
Parabéns, mãe querida, que Deus te abençoe.
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Por ocasião da celebração do Dia da Mãe, apresentamos uma lista de dez mães que chegaram à santidade. Mulheres que são exemplo para as mães católicas de hoje, que mostram que na vida cotidiana do matrimônio e da família é possível alcançar a glória do céu.
Antes de todas as santas, porém, destacamos a Mãe de Deus, a Virgem Maria, aquela que com o seu “sim” concebeu e deu à luz o Salvador. Ela que acompanhou o Senhor em todos os momentos, guardava e meditava tudo em seu coração.
Maria, a mais humilde entre as mulheres, se tornou modelo para toda mulher e mãe, exemplo de amor, fidelidade, confiança em Deus. Além disso, foi à Maria que, na cruz, Jesus entregou toda a humanidade através de São João. Por isso, também nós a chamamos nossa Mãe.
A seguir, a lista das 10 santas mães:
1. Santa Gianna Beretta Molla (1922-1962)
Esta Santa italiana adoeceu de câncer e decidiu continuar com a gravidez de seu quarto filho, em vez submeter-se a um aborto, como lhe sugeriam os médicos para salvar sua vida.
Gianna estudou medicina e se especializou em pediatria. Seu trabalho com os doentes se resumia na seguinte frase: “Como o sacerdote toca Jesus, assim nós, os médicos, tocamos Jesus nos corpos de nossos pacientes”.
Casou-se com o Pietro Molla, com quem teve quatro filhos. Durante toda sua vida, conseguiu equilibrar seu trabalho com sua missão de mãe de família.
Gianna morreu em 28 de abril de 1962, aos 39 anos, uma semana depois de ter dado à luz. Foi canonizada em 16 de maio de 2004 pelo Papa João Paulo II, que a tornou padroeira da defesa da vida.
2. Santa Mônica (332-387), mãe de Santo Agostinho
A mãe de Santo Agostinho nasceu no Tagaste (África) no ano 332. Seus pais a casaram com um homem chamado Patrício. Embora fosse trabalhador, seu marido era violento, mulherengo, jogador e desprezava a religião.
Durante 30 anos, Mônica sofreu os ataques de ira de seu marido. Santa Mônica orava e oferecia sacrifícios constantemente pela conversão de seu esposo. No ano 371, Deus lhe concedeu este desejo e Patrício se batizou. Ficou viúva um ano depois, quando Agostinho tinha 17 anos.
Durante 15 anos rezou e ofereceu sacrifícios pela conversão de seu filho, que levava uma vida libertina. No ano 386, Santo Agostinho lhe anunciou sua conversão ao catolicismo e seu desejo de permanecer celibatário até a morte.
Morreu santamente no ano 387, aos 55 anos. Muitas mães e esposas se pedem a intercessão de Santa Mônica pela conversão de seus filhos e maridos.
3. Santa Rita de Cássia (1381-1457)
Embora desde menina quisesse ser religiosa, seus pais a casaram com o Paolo Ferdinando.
Seu marido pertencia a uma família de mercenários e, apesar de beber muito, ser mulherengo e violento, Rita foi fiel durante todo seu matrimônio. O casal teve filhos gêmeos do mesmo temperamento do pai. A Santa encontrou fortaleza em Jesus, a quem oferecia sua dor.
Depois de 20 anos de oração, Paolo se converteu e começou um caminho de santidade junto a Rita. Entretanto, foi assassinado por seus inimigos. Seus filhos juraram vingar a morte de seu pai e Rita pediu ao Senhor que lhes concedesse a morte antes de vê-los cometer um pecado mortal. Antes de morrer, os gêmeos perdoaram os assassinos de seu pai.
No ano 1417, ingressou como religiosa no convento das religiosas Agostinianas. Ali meditou e aprofundou a Paixão de Cristo. Em 1443, recebeu os estigmas. Depois de uma grave enfermidade, faleceu em 1457. Seu corpo está incorrupto até hoje. É conhecida como a “Santa das Causas Impossíveis”.
4. Santa Maria da Cabeça (?- 1175)
Maria Toribia nasceu na Espanha, próximo de Madri. Foi a esposa de São Isidro Lavrador. Realizava seus trabalhos com humildade, paciência, devoção e austeridade. Além disso, sempre foi atenta e serviçal com seu marido. O casal só teve um filho.
Como tanto Isidro como Maria queriam ter uma vida totalmente entregue a Deus, decidiram se separar. Seu marido ficou em Madri e Maria partiu para uma ermida. Ali, entregou-se a profundas meditações e fazia obras de caridade.
Quando Maria da Cabeça morreu, foi enterrada na ermida que com tanto amor visitava. Seus restos foram transladados para Madri e são atribuídos a ela milagres de cura dos males da cabeça.
5. Santa Ana, Mãe da Virgem Maria
Joaquim e Ana eram um rico e piedoso casal que residia no Nazaré. Como não tinham filhos, ele sofria humilhações no Templo. Um dia, o santo não voltou para sua casa, mas foi às montanhas para entregar a Deus sua dor. Quando Ana se inteirou do motivo da ausência de seu marido, pediu ao Senhor que lhe tirasse a esterilidade e lhe prometeu oferecer seus filhos para seu serviço.
Deus escutou suas orações e enviou-lhe um anjo que lhe disse: “Ana, o Senhor olhou suas lágrimas; conceberá e dará à luz e o fruto de seu ventre será bendito por todo mundo”.  Este anjo fez a mesma promessa a Joaquim. Ana deu à luz uma filha a quem chamou Miriam (Maria) e que foi a Mãe de Jesus Cristo.
6. Beata Ângela de Foligno (1249-1309)
Ângela viveu apegada às riquezas desde sua juventude até sua vida de casada. Além disso, teve uma vida libertina.
Em 1285, sofreu uma crise existencial. Como vivia perto de Assis, sentiu-se tocada e desafiada pelo exemplo de São Francisco. Um dia, estava tão atormentada pelo remorso que pediu ao Santo que a livrasse. Então foi àIgreja de São Feliciano, onde fez uma confissão de vida.
Ali fez uma promessa de castidade perpétua e começou a levar uma vida de penitência, dando de presente seus melhores vestidos e fazendo estritos jejuns. Depois de sua conversão, perdeu sucessivamente sua mãe, seu marido e seus oito filhos. Morreu em 1309.
7. Santa Isabel de Portugal (1274-1336)
Aos 12 anos tornou-se esposa do Diniz, rei de Portugal. Desde que chegou ao país, ganhou a simpatia do povo por seu caráter piedoso e devoto. Embora seu marido fosse mulherengo e tivesse filhos com várias mulheres, Isabel os acolheu na corte e lhes deu uma atenção cristã. Mas, quando o príncipe Afonso advertiu que seu direito ao trono estava em perigo, decidiu rebelar-se e o rei respondeu violentamente.
Esta briga entre Diniz e Afonso causou muita dor a Isabel que interveio muitas vezes nas batalhas entre eles. Um dia, a rainha se interpôs entre ambos exércitos para evitar o derramamento de sangue.
Logo depois da morte do rei em 1324, Isabel se retirou para Coimbra e recebeu o hábito como franciscana clarissa. Em 1336, eclodiu um novo conflito entre o Afonso IV e o rei de Castilla, Afonso XI, que era neto da Isabel.
A rainha foi até o acampamento dos exércitos, onde foi recebida e caiu doente. Antes de morrer, seu filho lhe prometeu que não invadiria Castilla.
8. Santa Clotilde (474-545)
Graças a ela, o fundador da nação francesa se converteu ao catolicismo e a França foi um país católico. A rainha convencei seu marido a converter-se ao cristianismo se ele ganhasse a batalha de Tolbiac, contra os alemães.
O rei Clodoveu obteve a vitória e foi batizado no Natal de 496 pelo Bispo São Remígio. Naquela mesma noite, receberam o sacramento a irmã do rei e três mil de seus homens. Desde esse momento, Clotilde foi chamada na França: “Filha primogênita da Igreja”.
Clotilde era amada por todos por causa de sua grande generosidade com os pobres, sua pureza e devoção. Seus súditos estavam acostumados a dizer que parecia mais uma religiosa do que uma rainha.
Depois da morte de Clodoveu, houve guerra porque seus dois filhos queriam o trono. Durante 36 anos, Clotilde rezou pela reconciliação de ambos. Um dia, quando os dois exércitos estavam preparados para o combate, surgiu uma forte tormenta que impediu a batalha. Graças à oração da rainha, os irmãos fizeram as pazes.
9. Santa Helena (270-329)
Em meio à pobreza, conheceu o general romano Constâncio Cloro. Apaixonaram-se e se casaram. O filho do casal foi o imperador Constantino. Foi repudiada por seu marido, por ambição ao poder. Santa Helena passou 14 anos de sofrimento e se converteu ao cristianismo.
Em 306, Constantino foi proclamado imperador romano, embora continuasse sendo pagão. Entretanto, converteu-se quando viu uma Cruz, antes da batalha da Saxa Rubra, com uma legenda que dizia: “Com este sinal vencerás”.
Depois da vitória, Constantino decretou a livre profissão da religião católica e expandiu o cristianismo por todo o império. O imperador autorizou sua mãe para que utilizasse o dinheiro do governo para realizar boas obras. A Igreja atribui à Santa Helena o descobrimento da Cruz de Cristo. Morreu santamente no ano 329.
10. Santa Zélia Martin, Mãe de Santa Teresinha de Lisieux (1831-1877)
Embora durante sua juventude também quisesse ser religiosa, a abadessa lhe negou a entrada ao convento. Por isso, decidiu abrir uma fábrica de rendas caseiras. A boa qualidade de seu trabalho fez sua oficina famosa. Sempre teve uma boa relação para com seus trabalhadores.
Em 1858, Zélia passou pelo jovem relojoeiro Luís Martin na rua. Em pouco tempo ambos se apaixonaram e se casaram três meses depois.
Zélia sempre quis ter muitos filhos e que todos fossem educados para o céu. Isso foi exatamente o que fez porque suas cinco filhas Paulina, Leonia, Maria, Celina e Teresa foram religiosas. A última foi Santa e Doutora da Igreja.
O amor que Zélia sentia por Luís era profundo e elevado. Para ela, sua maior alegria era estar junto a seu marido e compartilhar com ele uma vida santa.
Em 1865, o câncer no seio provocaria muito sofrimento a Zélia. Entretanto, soube assumir sua enfermidade e estava disposta a aceitar a vontade de Deus. Morreu em 1877. Foi beatificada junto com seu marido pelo Papa Bento XVI no ano 2008. Em 2015, o casal foi canonizado pelo Papa Francisco.

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Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje, na Itália e em outros países, celebra-se a Ascensão de Jesus ao céu, que teve lugar quarenta dias depois da Páscoa. Contemplamos o mistério de Jesus que sai do nosso espaço terreno para entrar na plenitude da glória de Deus, levando a nossa humanidade. Ou seja nós, nossa humanidade, entra pela primeira vez no céu. O Evangelho de Lucas nos mostra a reação dos discípulos diante do Senhor que "se separou deles e foi elevado ao céu" ( Lucas 24,51). Havia neles dor e perda, mas "prostraram-se diante dele; Depois voltaram para Jerusalém com grande alegria "(v. 52). É o retorno daqueles que já não teme a cidade que tinha rejeitado o Mestre, que tinha visto a traição do Judas e da negação de Pedro, viu a dispersão dos discípulos e a violência de um poder que ele se sentiu ameaçado.

A partir desse dia para os Apóstolos e para cada discípulo de Cristo, era possível viver em Jerusalém e em todas as cidades do mundo, mesmo o mais problemático pela injustiça e da violência, porque sobre toda a cidade há o mesmo céu e cada habitante pode olhar com esperança. Jesus, Deus, verdadeiro homem, com o corpo humano está no céu! E esta é a nossa esperança, ainda é nossa, e nós estamos firmes na esperança, quando olharmos para o céu.

Neste céu habita o Deus que se revelou tão perto de tomar o rosto de um homem, Jesus de Nazaré. Ele permanece para sempre o Deus-conosco - lembre-se: Emanuel, Deus conosco - e nunca nos deixará! Podemos olhar para cima para reconhecer diante de nós o nosso futuro. Ascensão de Jesus, o Crucificado e Ressuscitado, há a promessa de nossa participação na plenitude da vida com Deus.

Antes de partir de seus amigos, Jesus, referindo-se ao caso de sua morte e ressurreição, ele lhes disse: "Vocês são testemunhas" (v. 48). Ou seja, os discípulos, os apóstolos são testemunhas da morte e ressurreição de Cristo, naquele dia, a Ascensão de Cristo. Na verdade, depois de ver o seu Senhor ascendendo ao céu, os discípulos voltaram para a cidade como testemunhas que alegremente irão anunciar a todos a nova vida que vem de Cristo ressuscitado, em nome de quem "eles irão pregado a todas as nações o arrependimento e o perdão dos pecados "(v. 47). Este é o testemunho - não só feito com palavras, mas também com a vida cotidiana - o testemunho de que todos os domingos devem sair de nossas igrejas para ir durante a semana nas casas, nos escritórios, nas escolas, nos locais de encontro e entretenimento, em hospitais, prisões, lares de idosos, em lugares lotados de imigrantes, na periferia da cidade ... Este testemunho que deve trazer todas as semanas: Cristo está conosco; Jesus subiu ao céu, ele está conosco; Cristo está vivo!

Jesus nos assegurou que neste anúncio e neste testemunho que vai ser "revestidos da força do alto" (v. 49), isto é, com o Espírito Santo. Aqui reside o segredo desta missão: a presença entre nós do Senhor ressuscitado, que com o dom do Espírito continua a abrir nossas mentes e os nossos corações, para proclamar seu amor e misericórdia, mesmo nas áreas refratárias de nossas cidades . O Espírito Santo é o verdadeiro arquiteto do testemunho colector que a Igreja e todos os batizados torná-lo no mundo. Portanto, nunca podemos negligenciar o recolhimento em oração para louvar a Deus e para invocar o dom do Espírito. Nesta semana, o que nos leva à festa de Pentecostes, nós permanecemos espiritualmente no Cenáculo, juntamente com a Virgem Maria, para receber o Espírito Santo. Fazemos isso mesmo agora, em comunhão com os fiéis reunidos no Santuário de Pompéia para a Súplica tradicional.

Depois do Regina Coeli:

Queridos irmãos e irmãs,

Hoje é o 50º Dia Mundial das Comunicações Sociais, iniciadas pelo Concílio Vaticano II. Na verdade, os padres conciliares, refletindo sobre a Igreja no mundo contemporâneo, compreendeu a importância crucial da comunicações, que "pode ​​construir pontes entre as pessoas, famílias, grupos sociais e povos. E tanto no ambiente físico quanto na era digital '(pós 2016). Dirijo-me a todos os que trabalham em comunicação, cordiais saudações e espero que a maneira como nos comunicamos na Igreja sempre tem um estilo evangélico claro, um estilo que combina a verdade e misericórdia.

Saúdo todos vós, fiéis de Roma e os peregrinos da Itália e vários países. Em particular, os fiéis polaca de Varsóvia, Lowicz e Ostroda; a Filarmónica de Viena; o grupo irlandês Amigos de Mons O'Flaherty.; estudantes Corderius College (Holanda); e Katholische Akademische Verbindung "Capitolina".

Saúdo os participantes da Marcha pela Vida, a Friends of the Opera Don Folci e Preseminario São Pio X, os Escuteiros da Europa de Roma Ocidental e Roma do Sul, e os numerosos candidatos para a confirmação da Diocese de Génova. Você é barulhento, genovês!

Hoje, muitos países comemoram o Dia das Mães; recordamos com gratidão e afeto a todas as mães - aqueles que estão hoje na praça, nossas mães, aqueles que ainda estão entre nós e aqueles que têm ido para o céu - confiar a Maria, mãe de Jesus E, juntos, para todas as mães. , rezar a Ave Maria ...

Desejo a todos um bom domingo. Por favor, não se esqueça de orar por mim. Bom almoço e adeus!
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Muitas coisas mudam quando você tem seu primeiro bebê, incluindo a experiência de ir a igreja. Em sua maioria, os bebês são fáceis de acalmar, e você conseguirá rezar durante a missa.
Então um dia, seu doce bebê e fácil de acalmar na igreja, se tornará uma criança. As crianças se movimentam durante toda a missa e ainda não entendem o que é sussurrar.
Às vezes eles se jogam entre os bancos e declaram em alta voz: “EU SOU UM PEIXE!” Outras vezes repetem “Biscoito? Biscoito?” toda hora. O tempo todo, querem ficar passeando, lutando no banco e recusam-se a ficar na salinha de atividades para as crianças. Você já se perguntou sobre o que fazer para rezar na missa?
Bem, não se desespere, aqui temos cinco dicas para você aprender a rezar na missa, enquanto toma conta de seus pequenos:

1 – Não se estresse sobre a qualidade da sua oração:

Rezar é diferente agora que tem uma criança que precisa de cuidados. Você nem sempre vai poder ajoelhar de olhos fechados, concentrando-se em cada palavra. Mas você pode estar atento ao que está acontecendo na liturgia e ir trabalhando isso com calma. [Se você fosse chamada à oração contemplativa na missa, não estaria cuidando de crianças.]

2 – Pratique colocar-se na presença de Deus durante seu dia-a-dia

São Francisco de Sales em A introdução à vida devota tem muitas dicas práticas de oração. Uma das coisas que recomenda, e particularmente se adapta à vida dos leigos, é relembrar à sua mente de estar na presença de Deus durante o dia. Ele diz para frequentemente, “se retirar na solidão do seu coração, mesmo que externamente esteja ocupado com os negócios ou com as pessoas” e que “essa solidão mental precisa não ser prejudicada embora muitas pessoas estejam a sua volta, para que, ao fazer isso, elas cerquem seu corpo e não seu coração, que deverá permanecer na presença de Deus.”
Quando você se estressar, coloque-se na presença de Deus. Quando estiver lavando a louça ou preparando o jantar, coloque-se na presença de Deus. Quando estiver preso no trânsito ou correndo atrasado, coloque-se na presença de Deus.
Aprenda a colocar-se na presença de Deus até quando estiver cercada de crianças gritando. Isso aumentará significativamente sua capacidade de participar da missa com as crianças.

3 – Ter um tempo sossegado para rezar fora da missa

Encontrar tempo para rezar quando somos pais é difícil, mas felizmente eles precisam dormir mais que nós. Tire, ao menos, dez minutos do dia para ficar quieto e fazer uma oração mental, isso te trará para mais perto de Deus e tornará mais fácil a oração do coração quando não estiver à sós ou em silêncio. Livros de oração como São Francisco de Sales, Introdução à vida devotada ou Consolando o coração de Jesus, de Fr. Michael Gaitley, são bons caminhos para aprender como desenvolver uma simples e focada vida de oração.

4 – Participação não significa o mesmo para todo mundo

Como pais de crianças pequenas, você rapidamente nota que sua maneira de participar da missa é diferente da maneira de pessoas sem crianças ou com filhos crescidos. Você talvez não consiga ficar de pé quando todos estão de pé, ou talvez fique de pé e andando, quando todos estão sentados ou ajoelhados, talvez ainda você gaste enorme parte da missa do lado de fora das portas da igreja, ou no banheiro, ou nos corredores, ou no andar de baixo para não atrapalharem a missa de todo mundo.
O que importa é que você ainda está la. O Senhor sabe que você está ali e que está tentando. E também sabe porque você não está sempre profundamente mergulhado, em oração contemplativa. Ele lhe deu seus filhos, Ele sabe!

5 – As missas irão continuar

A melhor coisa que podemos aprender ao tomar conta das nossas crianças na Missa é que a liturgia não nos exige rezar o melhor que podemos a cada semana. A liturgia precisa do sacerdote para dizer as orações e de um ajudante para ele e para dizer as respostas, mas se algum membro do Corpo de Cristo precisa viver sua vocação de pai ou mãe, até na missa, isto não parará a liturgia ou o Sacrifício que ali acontece.
Então, apenas façam seu melhor, queridos pais. Um dia suas crianças crescerão e ficarão quietas, mas por hora, não se preocupem. Sua parte no Corpo de Cristo é estar com as crianças.

Fonte:Church pop
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Durante vários séculos a Igreja Católica dedicou todo o mês de maio para honrar a Virgem Maria, Mãe de Deus. A seguir, explicamos o porquê.
A tradição surgiu na antiga Grécia. O mês de maio era dedicado a Artemisa, deusa da fecundidade. Algo semelhante ocorreu na antiga Roma, pois maio era dedicado a Flora, deusa da vegetação. Naquela época, celebravam os ‘ludi florals’ (jogos florais) no fim do mês de abril e pediam sua intercessão.
Na época medieval abundaram costumes similares, tudo centrado na chegada do bom clima e o afastamento do inverno. O dia 1º de maio era considerado como o apogeu da primavera.
Durante este período, antes do século XII, entrou em vigor a tradição de Tricesimum ou “A devoção de trinta dias à Maria”. Estas celebrações aconteciam do dia 15 de agosto ao 14 de setembro e ainda são comemoradas em alguns lugares.
A ideia de um mês dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII. Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.
Foi nesta época que o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou sobretudo durante o século XIX e é praticado até hoje.
As formas nas quais Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.
As paróquias costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como Coroação de Maio.
Normalmente a coroa é feita de lindas flores que representam a beleza e a virtude de Maria e também lembra que os fiéis devem se esforçar para imitar suas virtudes. Em algumas regiões, esta coroação acontece em uma grande celebração e, em geral, fora da Missa.
Entretanto, os altares e coroações neste mês não são apenas atividades “da paróquia”. Podemos e devemos fazer o mesmo em nossos lares com o objetivo de participar mais plenamente na vida da Igreja.
Devemos separar um lugar especial para Maria, não por ser uma tradição comemorada há muitos anos na Igreja ou pelas graças especiais que podemos alcançar, mas porque Maria é nossa Mãe, mãe de todo o mundo e porque se preocupa com todos nós, intercedendo inclusive nos assuntos menores.
Por isso, merece um mês inteiro para homenageá-la.
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